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As pessoas não precisam de evangelismo (parte 2)


Depois de falar sobre relacionamentos x evangelismo e ouvir alguns comentários vale a pena continuar falando mais um pouco sobre o assunto!

Bem, vamos acabar com o evangelismo? Vamos parar de sair nas ruas?
Seu eu fizesse isso estaria entrando em contradição comigo mesmo! Eu não sou do tipo que sai fazendo panfletagem ou pregando no meio da rua (mas te respeito e te admiro se você fizer).  Acredito que um evangelismo eficaz é aquele que não tem uma regra a seguir, não tem uma metodologia... Ao invés de montarmos toda uma estratégia para abordar alguém, nós apenas nos aproximamos, oferecemos atenção, ouvimos as pessoas e através de uma boa conversa chegamos ao assunto principal - Jesus.

Mas como chamar a atenção das pessoas? Aí você usa a sua criatividade! No Diga ao Mundo, um projeto que temos na minha cidade, nós usamos o teatro, street dance, pirofagia, e todo tipo de extravagâncias que podemos para cativar os olhos ao nosso redor e a partir daí nos aproximamos das pessoas, nos relacionamos.

Acho que esse assunto já deu o que falar, o Thiago já tem falado tanto... Mas se você ainda quiser saber mais um pouco eu tenho uma mini apostila de uma oficina que montei sobre Evangelismo Criativo, para um evento que ministrei há uns meses que pode ser bem útil pra você. Clique aqui para downloadear!

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As pessoas não precisam de evangelismo


Ontem, enquanto voltava pra casa do ensaio do teatro, eu me lembrei de um jovem do meu bairro de 24 anos, que perdeu o pai no sábado passado. Eu nunca conversei com ele de verdade, mas passei 4 anos estudando na mesma escola que ele.

Sabe, pensando nisso me veio uma série de perguntas na minha mente: Por que sair pelas ruas entregando jornais e revistas sobre Jesus? Por que sair batendo de casa em casa oferecendo um estudo Bíblico? As pessoas não precisam e nem querem isso! O que elas precisam de verdade é de RELACIONAMENTO!

Quantos cristãos já ofereceram Jesus para ele?
Mas quantos cristãos se preocuparam em criar um relacionamento?

As pessoas estão cansadas de palavras correndo pelo vento, de convites para assistir um culto... Elas precisam de se relacionar, de confiar em alguém, de um abraço... E isso é algo que infelizmente não temos oferecido como Igreja. Pelo menos não da maneira que deveríamos.

PS: O Thiago anda falando bastante sobre isso...

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A oração e Spurgeon

 *** Às vezes me pergunto como consigo falar de tanta coisa ao mesmo tempo no blog***

Hoje comecei a ler o livro LIDERANÇA ESPIRITUAL SEGUNDO SPURGEON e o primeiro capítulo inteiro foi como Spurgeon (um dos maiores líderes e pastores do século 19) via a importância da oração. Os textos que ele escreveu e que priorizavam isso me surpreenderam! Deus trouxe a minha mente algo que vinha se perdendo em minha vida: a necessidade de priorizar a oração.

Abaixo seguem algumas citações que tirei do livro:

Não consigo deixar de orar. Se não me fosse permitido pronunciar uma única palavra o dia todo, não me afetaria a prática da oração. Se não pudesse ter cinco minutos a sós com Deus, oraria mesmo assim.

O ministro que não ora fervorosamente pela obra que realiza só pode ser um homem fútil e vaidoso. Age como se considerando auto-suficiente e, portanto, como se não precisasse apelar para Deus.

O negligenciar a oração a sós com Deus é o gafanhoto que devora a força da Igreja.

Às vezes pensamos estar ocupados demais para orar. Isso é um grande erro, pois orar poupa tempo. Se não temos tempo, precisamos criá-lo, pois, se Deus nos deu tempo para coisas secundárias, também deve nos ter dado para as principais, e aproximarmo-nos dele é uma delas.

Creio que, quando não conseguimos orar, isso quer dizer que chegou a hora de fazê-lo mais do que nunca. Não se contente em dizer "Eu oraria se pudesse". Pelo contrário, se não consegue orar, ore até conseguir.

Muitas vezes, as respostas mais cheias de significado e importância não são as mais rápidas. A oração demorará mais em sua jornada quanto maior for o peso do carregamento de bênçãos que trás para nós.

Uma Igreja que ora é uma Igreja de poder. Creio que encontraremos menos falhas no ministério quando houver mais crentes a sós com Deus em oração.

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Cansei de ser crente

Estou cansado dos crentes. Há dias venho pensando nisso e acho que já estourei os meus limites, na verdade, atingi meus limites, criei novos e em pouco tempo estes novos também já foram ultrapassados.

Que tipo de Igrejas somos nós? A cada dia que passa percebo nos distanciamos do modelo que Cristo nos fez para ser, de como ele sonhou que sua Igreja/Noiva seria. Sempre que ouço Saviour King, by Tia Darlene e CIA consigo visualizar essa imagem, a imagem de uma Igreja que inclui, que derruba barreiras, que não se importa com aparências, que não mede esforços para ganhar vidas... Mas aí, depois de 12 minutos a música acaba, olho para a Igreja atual e vejo que estamos muito embaçados para viver como o Reino de Jesus.

Na hora de organizar um evento, me vejo pensando muito mais no que os outros crentes irão pensar do que nos não cristãos pensam. Me vejo planejando eventos para agradar os crentes mais críticos, para atrair outros crentes e às vezes me esqueço do meu/nosso chamado de ganhar os perdidos.

São tantos comentários negativos, tantos crentes tentando nos impedir de crescer, tantos crentes com inveja, com ciúmes, travando verdadeiras batalhas dentro da própria Igreja! Fala sério! Quem iremos ganhar agindo assim? Na verdade, nós iremos é nos perder!

Ficamos muito obcecados por criar a nossa própria cultura cheia de jargões, de modas, de eventos religiosos que nos esquecemos de quem é o Reino dos Céus: dos pobres, dos famintos, dos excluídos...

Será que eu devo parar de freqüentar a Igreja?
Ou quem sabe, fundar a minha própria Igreja?

Não! Esse não é o caminho. Infelizmente, a minoria é quem percebe falhas como essas que citei e é por isso que Jesus conta conosco para continuar trabalhando e buscando as qualidades da Igreja ideal, da Igreja que ele nos fez para ser.

PS: Já parou para fazer uma pesquisa no Google com a palavra "crente". Você não vai gostar do que vai encontrar...

Saviour King, Hillsong

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NED, ELI E J.D



Para uma série ganhar a minha atenção não precisa fazer muita coisa, basta colocar um personagem que tenha o seu próprio mundo estranho, que fale sozinho e que pense e faça coisas idiotas sem precisar dar muitas explicações e pronto!

Com Pushing Daisies foi assim... O Ned é um cara simples, meio sem jeito e cheio de estilo (com aquele seu cabelo estranho) que por causa do seu, digamos assim, dom fatal, se vê sempre isolado de verdadeiros relacionamentos e que antes de tomar decisões faz com que tudo aconteça primeiro no seu próprio mundo/mente.


Tem também o Eli Stone, um cara super social, que tem tudo o que sempre quis: dinheiro, a noiva dos seus sonhos e prestígio, mas que por conta de seus problemas com o pai acaba por ter alucinações/premonições que envolvem sempre muita música e dança o ajudando a solucionar os casos da sua firma de advocacia.

E por último e não menos estranho tem o J.D de SCRUBS que passa a maior parte do tempo falando consigo mesmo, tirando sarro dos seus amigos através de seus pensamentos e também tendo atitudes dignas de uma criança de 10 anos.

O que eles têm em comum eu já disse logo no início do post: os seus próprios mundos. Qualquer pessoa ordinária é assim, mesmo que tente esconder. Somos estranhos, temos atitudes bizarras, mas nem sempre podemos relevar isso a todos, senão nos chamariam de estranhos.

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Michael Guglielmucci: o que eu tenho a ver com isso?


O pastor da Planet Shakers Church, Michael Guglielmucci, foi recentemente desmascarado. Faz dois anos que Michael afirmava ser um doente terminal. Chegou até mesmo a fazer shows com um tubo de oxigênio ligado ao nariz, o vídeo de um desses shows alcançou a marca de 300.000 acessos no YouTube, hoje porém no endereço deste vídeo vemos apenas a mensagem: "vídeo não está mais disponível." – se você é um dos poucos que ainda não sabe da história toda clique aqui.

Quando assisti ao vídeo/testemunho do Michael cantando HEALER na hora fiz o download pro meu celular e divulguei entre meus amigos... Sem dúvidas eu fui um daqueles milhares que se surpreenderam ao vê-lo cantar de forma tão esperançosa uma música que fala basicamente sobre cura.

Bem... essa imagem ainda continua na minha cabeça, mesmo após ter lido em dezenas de sites e comunidades que a sua doença era falsa.

Essa história me fez lembrar de algo que aconteceu há 15 dias na minha cidade: um dos cristãos mais influentes, um pastor de uma grande Igreja local, que tinha o seu próprio programa na rádio saiu do ar sem nenhuma explicação aparente.

O motivo? Eu fiquei sabendo uma semana depois - ele traiu a sua esposa e deixou a sua família alegando que se sentia sozinho em seu ministério. Essa notícia veio como uma bomba pra mim e para todos os cristãos e não cristãos que o conheciam e o tinham como exemplo. Foi arrasador...

Mas, o que fazer quando isso acontece? Quando cristãos influenciadores de multidões se revelam ser pessoas tão obscuras e cheia de segredos que os tornam péssimos exemplos a seguir? Como deixamos de ser referencial e passamos a ser motivo de tristeza?

São perguntas difíceis de se obter respostas, mas que revelam a nossa necessidade de sermos sinceros em tudo e deixar de lado a religião para seguir o lado da shining light que é Jesus.

O mundo lá fora acorda mais abalado a cada dia e não é só pelas guerras, mas também pela falta de princípios e pessoas em quem podemos confiar. Nós, como cristãos, precisamos apoiar uns aos outros e se dedicar ao máximo em fazer algo para mudar essa situação.

Não adianta se rebelar contra o Michael, nem contra esse pastor da minha cidade, mas adianta assumir o meu papel de cristão e me esforçar para não ser o modelo de cristão que esperam de mim e sim o modelo que Jesus me fez para ser e eu te garanto que esse modelo não inclui toda a cultura igrejês que criamos e que nos separam tanto das pessoas que mais precisam ouvir a verdade.

ATUALIZAÇÃO: Novidades sobre a história do Michael e seu primeiro depoimento -- aqui.

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6 bilhões e meio de planetas


Vivemos em um planeta que alguns insistem em chamar de Terra, mesmo ele sendo dominado por águas.

Vivemos em um planeta com cerca de 6 bilhões e meio de pessoas que na verdade representam 6.5 bilhões de outros planetas. Uns imensos, outros tão pequenos que podem ser comparados a poeiras espaciais e outros que parecem miniaturas, mas que quando olhamos de perto demonstram ser maiores do que nossa mente pode entender.

Enfim... Eles são planetas e nenhum cientista em sã consciência deveria dar o mesmo nome para dois deles.

Às vezes eu me sinto como um planeta e não é por eu ser um pouco redondo, mas sim por me achar fora de órbita, observando os outros e tentando entender como podemos ser tão diferentes e ainda estarmos ligados por algo que é tão maior do que nós.

Cada um de nós tem vidas separadas que às vezes se unem como em um eclipse e permite que tudo esteja em sintonia, nos completamos e nos fazemos mais reluzentes... Nós entramos em conflitos e também sabemos como acabar com eles.

O ser humano é mesmo uma criação à parte de tudo que Deus fez. Ele fez o mundo inteiro diferente em cada detalhe, cheio de amor, misericórdia e justiça e ao mesmo tempo fez o homem e dentro dele colocou o mundo inteiro.

Mas, por que o planeta Terra enfrenta o caos? Por que tudo pode acabar em alguns anos? Porque não sabemos cusar o nosso potencial, não sabemos como usar o que há dentro de nós, porque nos consideramos poeiras cósmicas quando na verdade somos verdadeiros astros.

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Medos

Eu deixo os meus medos fora do caminho.
Eu escuto a sua voz e não vou te deixar.

Nossos medos. Eles são como correntes confortáveis que nos envolvem, cercam e nos prendem de tal maneira que ficamos impossibilitados de nos mover. Essas correntes são tão sutis e fáceis de quebrar que na verdade somos nós que não queremos nos mover.

Nossos medos. Eles são fáceis de serem superados, basta um pouco de fé e ação! Mas eles nos envolvem ainda assim porque são tudo que nos impedem de sermos o que Deus quer que sejamos – corajosos, audaciosos e fortes.

Olhar para um caminho e desejar chegar ao final dele é fácil, é prazeroso, mas percorrê-lo é árduo porque exige que deixemos nossos confortáveis medos e fobias fora do percurso.


Mas não é isso o que Deus tem para nós!
São coisas maiores, grandiosas e que requerem de nós a decisão de deixar o medo para trás, que requerem de nós viver uma vida de aventuras superando cada uma das nossas limitações.

Ele não faz tudo pela gente.
Ele prepara o caminho e a chegada, mas o percurso somos nós quem trilhamos.

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O que aconteceu com a gente?


Acho que nem eu consigo explicar. Creio que vai além das minhas teorias, vai além da minha (limitada) mente... Vai além das minhas convicções, vai além da minha aparência, vai além do que eu aprendi.
Eu buscava Deus, nos meus primeiros três anos de conversão, todos os dias trancado no meu quarto, para que ninguém me interrompese. Era meu momento com ele ao som de algumas músicas de adoração e a Bíblia apenas.

Hoje, já não consigo parar para ter um momento como esse. No inicio achei que estava me afastando de Deus, mas não conseguia acreditar nisso porque eu ainda o sentia do meu lado. E como nos relacionamos hoje?

Todo dia gosto de acordar as 5:40 e sair pra caminhar. A rua ainda está fria, com uma densa neblina e não há carros passando e muito menos pessoas... Somente eu, o frio, a lua de um lado e o sol nascendo do outro e Jesus.

São nesses preciosos minutos que conto tudo do meu dia pra ele, que compartilho meus problemas, meus sonhos... É ali que ele fala comigo, me corrige e acima de tudo me ama.

São momentos simples e ordinários como esse que revelam a grandiosidade do meu Deus, que revelam o quanto ele é complicado ao ponto de criar árvores tão detalhadas e simples ao usar um raio do sol nascendo pra me dizer: eu estou aqui, não preciso de religiosidade, de inovações, de repetições... E sim do seu coração.

O que aconteceu com a gente?
Por onde andamos que estamos tão longe nos preocupando no que os outros pensam, em como mostrar que somos cristãos descolados?

Por que evitamos ser a Igreja que deveríamos ser para sermos vozes gritando contra a multidão? Por que queremos mostrar que somos modernos, inovadores e revolucionários se nos esquecemos que o evangelho é simples, poderoso e envolvente?

Às vezes gostamos de pensar que estamos criando a evolução do cristianismo enquanto ele continua o mesmo...

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Fora do ritmo

A Igreja é um lugar engraçado. Literalmente engraçado.
Bem, pelo menos a minha Igreja é. E eu me divirto.

Na semana passada o pastor “modernizou” a pregação sobre o Espírito Santo com uma dinâmica simples (e manjada) envolvendo um copo dágua e uma jarra simbolizando o derramar do Espírito. Pronto! Isso foi motivo para eu ouvir uns 100 glórias a Deus ao mesmo tempo de emoção da galera que estava vendo.

Já, num outro dia, no Culto de Missões, o líder apresentou uma peça inovadora de tão tradicional que era sobre a crucificação de Jesus e ao invés de utilizar efeitos sonoros feitos no computador preferiu agachar perto do púlpito e emitir o som de cada chibatada no microfone, ali na frente de todo mundo.

E ontem, no culto mais uma pessoa me chamou a atenção: uma mulher de cabelos cacheados enormes, com uns 40 anos, que dançava de uma forma totalmente diferente. Eu estava sentado na galeria e quando olhava para baixo só conseguia reparar nela.

Enquanto uns apenas batiam palmas ela conseguia ir totalmente fora do ritmo dançando e adorando de verdade de uma maneira simples e sincera. Isso foi o suficiente para que em cada 10 minutos eu desse “uma conferida” nela pra ver o que ela estava fazendo.

Depois, quando cheguei em casa, fiquei pensando nela e na sua adoração um tanto quanto esquisita... Às vezes precisamos ficar fora do ritmo.

Os dias vão passando e nós pegamos tantas manias que nos impedem de oferecer algo novo pra Deus. É como quando alguém vai orar e todos instintivamente dão as mãos ou quando na hora das orações no culto fechamos os olhos. Isso não é algo obrigatório (ou não deveria ser).

Deus gosta de coisas novas e sabe que nós gostamos de tradição e talvez seja por isso que eu venha sendo tão desafiado a abrir mãos de algumas tarefas na Igreja, de alguns ministérios que vem sendo tão importantes pra mim.

Há tanta coisa nova para se experimentar, não podemos deixar que nossas tradições antigas e falsamente embasadas nos impeçam disso.

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Existe um segredo para o crescimento?

"E os que recebem a semente em boa terra são os que ouvem a palavra e a recebem, e dão fruto" (Marcos 4 : 20)

Existe um segredo para o crescimento? Uma fórmula talvez? Ou quem sabe um plano infalível?

Acredito que não.
O crescimento não se dá da noite para o dia, não acontece sem motivo. É como quando éramos crianças e plantávamos grãos de feijão no algodão e ficávamos lá, por vários minutos olhando e esperando ansiosamente o brotar da semente. Nós plantamos, regamos, deixamos no sol e então esperamos o crescimento vir.

Com o Diga ao Mundo não foi diferente. Nós criamos o projeto, oramos, organizamos, agimos e então o crescimento veio, mesmo quando nós não esperávamos por ele.

A Conferência Vamos Salvar o Planeta talvez seja a prova concreta disto. Queríamos crescer, expandir os horizontes e entendemos que precisávamos realizar algo realmente grande e que pudesse envolver a todos para que pudéssemos notar o crescimento.

Não foi fácil. Tinha dias em que a semente parecia não brotar, em que o sol estava quente demais e que parecia fazer as sementes borbulharem de calor... Mas o frescor sempre veio, como quando regamos uma semente. Nos momentos mais difíceis, quando parecia que o dinheiro não ia dar ou quando não encontrávamos uma equipe para ministrar, o Senhor sempre nos acalmava e nos direcionava para a sombra.

Ele é quem cuida de nós. É Ele quem traz o crescimento. Se existe um segredo?
Acredito que não. Uns plantam, outros regam e outros colhem.
Mas o crescimento é Ele quem traz.

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Aderi ao movimento "Odeio festa de crente"

Ok. Cheguei à minha cota, ao meu limite.
Vai ter festa de crente? Vou pensar duas vezes antes de ir.

É sempre a mesma coisa: os convidados (e vários penetras) chegam à festa para abençoar a irmãzinha (e por abençoar entenda comer muito) e aí acontece o louvor com a tradicional música – Por tudo o que tens feito... Por tudo que vais fazer... Te agradeço meu Senhoooooor...

O cronograma geralmente não muda e tem sempre o momento “Vou deixar um versículo para você meditar”. Pra você ter idéia, nas festas mais recentes que fui a festa mais parecia um culto com tudo o que tem direito (às vezes até apelo). Em algumas, o momento da palavra e oração durou quase uma hora!

O que aconteceu com aquelas festas onde havia diversão, bate papo, música boa... Tudo bem descontraído? Não é porque é festa de crente que tem que ser tão igrejês. Poxa, vamos nos divertir, rir, dançar e separar um tempo para orar junto de uma forma que não faça ninguém dormir.

Junte-se a causa!

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A diferença entre ser líder e liderado


Acredito que toda pessoa seja chamada para liderar. Seja em casa, no emprego, na escola, na família... De alguma forma, em algum dia você vai precisar liderar. Mas já nascemos líderes? Já dizia John Maxwell (e uma pancada de outras pessoas) que não!

Alguns tem qualidades natas, outros adquirem facilmente e outros quebram a cara (muitas vezes) até aprender. Mas precisamos aprender. Não tem jeito.

Hoje, vivo uma nova realidade na minha Igreja. Antes eu era constantemente avaliado para me tornar um líder ou não e agora sou eu quem avalia as pessoas (e não pense que não continuo sendo avaliado). É uma tarefa complicada e que exige que sejamos retos em tudo que fazemos e julguemos cada pessoa igualmente. Por outro lado é uma tarefa que nos permite gerar o que John Maxwell chama de CRESCIMENTO EXPLOSIVO – Líderes liderando líderes.

É um tratamento diferente, você preparar futuros líderes do que você liderar pessoas que ainda não são líderes e alguns fatos nos ajudam a entender isso:

Quanto surge um problema:
- Dos liderados eu espero que eles me falem o problema.
- Dos futuros líderes eu espero que eles me falem a solução do problema.

Quando delegamos uma tarefa:
- Eu preciso constantemente estar por perto do liderado tomando decisões e lembrando o que fazer.
- O futuro líder assume o controle das suas tarefas e o controle geral da equipe.

Quando precisamos levantar uma equipe:
- Eu procuro pessoas dispostas a serem lideradas.
- Eu procuro um futuro líder para levantar uma equipe.

Quando a equipe está desmotivada:
- Eu estou perto de todos para motivar.
- Mas espero que o líder continue a motivar as pessoas quando não estou lá com a mesma visão.

São tipos de pessoas diferentes, mas se consideramos que todos são chamados para liderar, ser liderado é apenas uma parte da história, já que em breve todos se tornarão um líder (ou deveriam se tornar).

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Switchfoot é coisa de crente?


Às vezes é engraçado, às vezes da pena e às vezes é melhor fingir que não ouviu. Se você ouve Switchfoot, Mutemath, Hawk Nelson e coisas do gênero já deve ter sido abordado por algum irmão da Igreja perguntando se isso é coisa de crente.

Esses dias, na cantina da Igreja, tava tocando um DVD do Switchfoot e vieram com essa pergunta. Tentaram explicar, mas foi praticamente em vão. A pessoa saiu da cantina com a cara de quem reprovava aquilo.

Essa é uma geração diferente mesmo, não tem jeito. O molde de cristão que havia mudou. O jovem cristão consegue sim ser cristão e curtir uma música feita por cristãos que não expresse explicitamente a palavra Jesus a cada dois segundos.

Me lembro de ter lido na internet há uns meses uma entrevista com o The Fray em que o vocalista dizia:

Um pintor cristão não precisa escrever a palavra Jesus em cada quadro para refletir a sua crença. Um encanador não precisa escrever em cada cano que instala um versículo da Bíblia. O artista cristão deve dar o melhor de si de tal forma que o perguntem como ele consegue fazer tudo isso. Então, nessa hora ele poderá responder de onde vem a sua inspiração.

Esse trecho foi algo que me marcou muito quando li e desde então sempre me lembro. Na prática? Isso funciona sim! Por várias vezes pude testemunhar sobre minha inspiração (Jesus) através de várias peças publicitárias que criei e pretendo continuar assim.

Na vida de um cristão (de verdade) não existe nada secular. Tudo é espiritual. Trabalhar, estudar, twittar, ir ao banheiro... Fazemos tudo isso com o nosso Criador. E sempre quando surge algo realmente extraordinário, é dEle que vem a criatividade.

E se te perguntarem de novo se Switchfoot é coisa de crente simplesmente ignore. Não fique tentando provar nada, são eles que estão perdendo. Você já ouviu This is home? Dá vontade de deixar no replay o dia todo!

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Aulas de discipulado grátis com Jesus


Afinal, o que é discipular? Como discipular? Como fazer discípulos?
Ultimamente tenho revisto meus conceitos e descoberto que eu sei pouco (pouco mesmo) sobre esse assunto. Não é bem algo que nós podemos aprender na Escola de Líderes ou num Seminário. Aprendemos a parte teórica, mas a parte prática é bem diferente (e às vezes bem mais complicada).

Um amigo me disse nessa semana que um discipulado é como uma família. Aí pensei e pensei e descobri que o discipulado que freqüento não é bem uma família, é mais uma reunião. Nesse momento olhei pra grama do vizinho – que sempre á mais verde (pro discipulado alheio) e imaginei que eles sim devem ser uma família. E então olhei para o meu discipulado, para os meus discípulos e vi que é hora de mudar algumas coisas para sermos de fato uma família.

É errado após um longo tempo de discipulado descobrir uma nova definição para tal prática? Eu acho que não. Os próprios discípulos do melhor discipulador (Jesus) chegaram a descobrir novas definições após anos de discipulado.

Pensando assim realmente seria uma oportunidade e tanto poder ter aulas de discipulado grátis com Jesus, caminhando diariamente com Ele, descobrindo o valor de uma vida e a importância de sermos um só corpo.

Afinal, o que é discipular? Como discipular? Como fazer discípulos?
Essa é uma pergunta que ainda não sei te responder exatamente. Quem sabe num próximo post?

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Mãos e pés


We will be your hands.
We will be your feets.
We will run this race till the rest of this days.
In the darkest places we will be your light.
Hillsong United, The Solution

Na Bíblia, nas músicas, numa pregação… De alguma forma acho que todo cristão já afirmou o compromisso se ser mãos e pés de Jesus na terra. Já dizemos isso há tanto tempo que talvez essas frases já até perderam um pouco do sentido. Já não soa tão revolucionário quanto deveria.

Ser mãos para tocar vidas, curar traumas, ser pés para percorrer os lugares mais loucos... De alguma forma esse tem sido o meu maior (e único) chamado ultimamente. Cada vez que paro e olho ao meu redor, nas revistas, na internet, sinto a real necessidade de ir aos lugares mais escuros e isso me faz apoiar (ainda mais) projetos como o Sexxx Church que tem escandalizado tantas pessoas.

É como no domingo passado quando fui (com o Diga ao Mundo) apresentar a peça Everything e street dance num Festival de Artes Católico. Na minha Igreja alguns se assustaram, discordaram, mas vimos aí a oportunidade de ser mãos e pés de verdade, derrubando barreiras que nós mesmos criamos.

E quer saber? Foi incrível! Havia cerca de 60 pessoas que através de nós puderam ouvir e sentir um pouco do que Ele tem para oferecer. Que puderam ver que além da religião e suas crenças existe algo maior que é o amor que vivemos e oferecemos.

Ser mãos, pés, luz... Tudo isso já está manjado nos púlpitos das Igrejas.
Acho que já está na hora de levar essa idéia além das quatro paredes.

--> Confira aqui o vídeo com os melhores momentos.

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O reino que parecia loucura



Ser rei é ter todo poder e autoridade. É ter beleza e muito, mas muito dinheiro mesmo e pessoas para satisfazer cada uma das suas vontades, por mais loucas e desnecessárias que sejam.

E quem é o reino deste rei? São as pessoas mais elegantes, saudáveis, populares e bem vistas da sociedade. Não é qualquer um. Alguém que pertença a este reino jamais passaria despercebido numa rua movimentada.

Essa era a visão que todos tinham de rei e reinado até um cara aparecer e dizer que tudo isso estava errado. Até um cara chegar e mostrar um reino diferente, até ele ousar dizer que é o rei deste sistema de reinado que parece ser o oposto de tudo que você acabou de ler.

JESUS.
Era um rei sem vestes caras e exuberantes.
A sua única coroa foi uma que ele ganhou antes de morrer... Que era de cravejada de espinhos.
O seu tesouro não estava num cofre e nem era visto em sua casa ou em seu corpo. Ele dizia que o seu tesouro estava em algum lugar acima das nuvens.

Os seus seguidores, o seu reino, não era feito por sábios, estudiosos e ricaços... Era feito de pobres, rejeitados e excluídos. Era formado exatamente pelas pessoas que não faziam parte do “verdadeiro” reinado.

A sua entrada triunfal não foi acompanhada de músicos, dançarinos e muita comida. Ela foi feita com pessoas segurando ramos de folhas enquanto ele entrava sentado num jumentinho.

Olhando dessa forma não é difícil entender porque odiaram Jesus. Ele pregava o oposto de tudo! Ele fazia uma revolução que era difícil de acreditar. Era algo inacessível e complicado aos estudiosos e de alguma forma simples o suficiente para que um cego entendesse. Ele usava coisas loucas para confundir as coisas sãs.

Se um dia eu fosse tentar fazer parte do “verdadeiro” reino, acho que jamais conseguiria. Já errei muito, já me misturei muito com pessoas sem prestígio algum. Acho que eu nem teria algo a altura para oferecer a eles. Mesmo assim fui convidado a participar de um reino... O de Jesus.

Lá eu fui aceito. Jesus nem me conhecia (isso era o que eu pensava) e foi de cara jantar na minha casa. Fala sério! Para um rei “de verdade” isso é inaceitável. Mas Jesus não é qualquer rei e definitivamente não é o rei que queriam que ele fosse. Não mesmo.

Ele foi diferente, na contra mão, avançou os sinais vermelhos, pulou por cima dos limites e foi além de qualquer um. Ele não conquistou uma multidão porque tinha algo para oferecer nesta terra, mas conquistou porque mostrou que a vida é muito mais do que nos oferecem.

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Identidade dupla?

A Igreja é algo que até hoje me fascina. É como um submundo, uma cidade que existe dentro de uma estrutura sem que todos saibam. Pessoas que fora da Igreja são normais, com seus empregos e família, dentro dela se tornam pastores e líderes. Pessoas que não falam muito em público, se tornam verdadeiros pregadores.

O líder de jovens da minha Igreja por exemplo, trabalha como agente de vendas da VIVO durante o dia e a noite pastoreia jovens e organiza os eventos e redes. Seria uma identidade secreta, se ela fosse secreta, mas não é.

A líder de adolescentes, trabalha liderando centenas de homens numa filial da Votorantin de dia e a noite passa horas organizando Encontros, Escola Dominicais... A líder do Diga ao Mundo passa o dia como advogada e nas horas vagas assume a identidade de Mighty Dê para solucionar vários problemas... É uma longa lista que sem dúvidas também existe na sua Igreja.

Teríamos nós, cristãos, uma dupla identidade? Seríamos durante o dia pessoas que passam desapercebido, mas que na Igreja são referenciais?

Existe ouro dentro da Igreja! Existem centenas de jovens com um potencial imensurável que parecem encontrar na Igreja um habitat que viabiliza os seus sonhos. O motivo? Eu acho que talvez seja o fato de podermos começar tudo de novo dentro da Igreja.

Você se torna cristão e o seu (terrível) passado é apagado. Você começa a conviver com pessoas que não sabem nada sobre você e com isso ganha a chance de se mostrar uma pessoa diferente, de mostrar que você ainda pode ser quem sonhou, mesmo que não tenha sido essa pessoa nos últimos anos.

É como um submundo, uma cidade que existe dentro de uma estrutura sem que todos saibam. E o que acontece ali é extraordinário! Uma segunda chance é dada e um novo homem nasce.

Sem dúvidas que a Igreja é algo que até hoje me fascina.

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Minha Igreja tem muitas reuniões?

À quantas reuniões semanais da sua Igreja você freqüenta? E quando digo reuniões, não quero dizer apenas os cultos.

Eu sempre fiquei meio indignado com a quantidade de reuniões que acontecem na minha Igreja. Acredito que pelo menos 2 diárias aconteçam, sendo que existem dias em que acontecem mais de 5. É reunião do louvor, do ministério infantil, dos jovens, do discipulado, do teatro, do projeto que o pastor quer lançar... Tudo é definido numa reunião.

E após 5 anos freqüentando a mesma Igreja, eis que surge a dúvida: Estaria minha Igreja planejando demais? Ou estaria eu me envolvendo demais?

A verdade é que a Igreja de hoje quer envolver todo mundo. Cada projeto precisa ser aberto o suficiente para que qualquer um possa participar e isso acaba fazendo com que muitos projetos parem no meio do caminho. Um recém cristão passa por no mínimo 5 ministérios (ou projetos, ou qualquer nomenclatura que você dê a essas reuniões) antes de se estabilizar em apenas 1. Eu por exemplo já fui do ministério de missões, consolidação, evangelismo, louvor e acredite, até mesmo street dance. No final ainda não me encontrei em apenas 1, mas continuo participando de alguns e vou refinando até um dia (em breve, eu espero) me encontrar em apenas um lugar e permanecer ali.

Mas vem cá, não seria mais fácil se ao invés de sair atirando para todo lado, nós fôssemos estimulados a descobrir o nosso verdadeiro chamado e somente então começar a nos envolver em algo que nos leve a crescer ao invés de perder o (pouco) tempo que temos?

A minha resposta é NÃO!

Se eu desse essa idéia de levar a pessoa a descobrir o seu chamado antes de participar de um ministério, estaria provavelmente criando mais um. O barato de tudo isso é se frustrar às vezes, descobrir que não somos bons em tudo e continuar tentando.

Você, acredite ou não, acaba aprendendo muito mais quando passa por vários lugares, por vários tipos de pessoas do que se fosse obrigado a fazer somente o que você acha que faz bem.

Eu, por exemplo, nessa semana já estive em pelo menos 4 reuniões.

Estou cansado? Não. Meu descanso é no céu e até lá ainda tenho muito a fazer e descobrir até que eu finalmente seja tudo o que Deus me fez para ser (e isso pode incluir ter aulas de street dance).

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Sozinho com você mesmo


Enquanto aproveito o meu dia de foça feliz (aquele dia em que você fica jogado na cama por pelo menos 12h) resolvi assistir NUMB, um filme com o Mathew Perry (ex-Chandler de Friends) que praticamente não existe: nunca ouvi falar e nem vi em cartaz nos cinemas ou sequer na locadora. Mesmo assim não pensei duas vezes antes de assistir.

O filme é um drama sobre um cara (Hudson/Mathew Perry) que sofre de uma síndrome chamada despersonalização. Essa doença faz com que ele se sinta totalmente deslocado do mundo, como se estivesse de longe assistindo a tudo que acontece ao seu redor fazendo de si um total fracasso – não consegue sair de casa, se relacionar ou até mesmo terminar de escrever o seu livro.

No filme, o tempo todo ouvimos Hudson contar a sua vida e tentar descobrir a cura para a sua doença que na verdade parece não ter cura. E de tudo isso o mais interessante foi descobrir que a cura de verdade era a sua própria mente.

Tudo nos leva a crer que ele sequer tinha essa síndrome. Aliás, ele adquire todos os sintomas quando acredita que está doente e isso o leva a situações que acabam por desmoronar a sua vida social.

Se eu pudesse resumir o filme, diria: sozinho com você mesmo.

A mente pode ser uma armadilha na vida de qualquer pessoa. As coisas andam tão tumultuadas que as pessoas simplesmente se esbarram durante o dia e sequer se importam umas com as outras.

Hoje, você em questão de segundos consegue ajuda para se suicidar na internet de pelo menos quatro formas: a mais cara, a mais barata, a mais dolorida e a menos dolorida. E tudo isso com centenas de pessoas te assistindo e “apoiando”. Nenhuma realmente se importando. É um mundo cruel e sombrio lá fora e que a cada dia torna as pessoas mais presas dentro de si mesmas.

Mesmo assim ninguém deveria permanecer sozinho ou buscar a solidão. Fomos feitos para viver e buscar experiências juntos e isso, já dizia até mesmo o sábio (e louco) Don Miller através da história de Don, o astronauta no livro Como os pinguins me ajudaram a entender a Deus.

Bom fim de feriado para os cariocas e até mais!