Para uma série ganhar a minha atenção não precisa fazer muita coisa, basta colocar um personagem que tenha o seu próprio mundo estranho, que fale sozinho e que pense e faça coisas idiotas sem precisar dar muitas explicações e pronto!
Com Pushing Daisies foi assim... O Ned é um cara simples, meio sem jeito e cheio de estilo (com aquele seu cabelo estranho) que por causa do seu, digamos assim, dom fatal, se vê sempre isolado de verdadeiros relacionamentos e que antes de tomar decisões faz com que tudo aconteça primeiro no seu próprio mundo/mente.
Tem também o Eli Stone, um cara super social, que tem tudo o que sempre quis: dinheiro, a noiva dos seus sonhos e prestígio, mas que por conta de seus problemas com o pai acaba por ter alucinações/premonições que envolvem sempre muita música e dança o ajudando a solucionar os casos da sua firma de advocacia.
E por último e não menos estranho tem o J.D de SCRUBS que passa a maior parte do tempo falando consigo mesmo, tirando sarro dos seus amigos através de seus pensamentos e também tendo atitudes dignas de uma criança de 10 anos.
O que eles têm em comum eu já disse logo no início do post: os seus próprios mundos. Qualquer pessoa ordinária é assim, mesmo que tente esconder. Somos estranhos, temos atitudes bizarras, mas nem sempre podemos relevar isso a todos, senão nos chamariam de estranhos.
NED, ELI E J.D
Cospe girl e viva la vida!
Junho, julho, agosto... O período de seca das séries é um saco! Ainda mais depois da greve! Sinto saudades de Private Practice, 30 Rock e do grande discípulo do Chuck Norris – Jack Bauer (eu terminei à sexta temporada há 2 meses). Como era bom fazer o meu próprio primetime no computador de casa sempre com uma seqüência incrível de ótimas séries.
Ainda bem que guardei algumas séries já antecipando esse tédio que viria. Atualmente estou próximo do fim das temporadas de Gossip Girl (que só melhora) e CHUCK e também comecei a assistir Big Bang Theory (eles me fazem sentir normal) e à segunda temporada de How i met your mother que é simplesmente a melhor comédia da atualidade.
Vale a pena também citar que o nosso querido canal do Tio Sílvio também está trazendo várias séries para sua programação como Greys Anatomy e Gossip Girl que teve seu título (porcamente) traduzido para A garota do blog. Tenho pena de quem acompanha pela tv aberta.
E pra finalizar este post quero oficializar minha admiração pelo novo cd do Coldplay (ohhhhhhhhhhhhh, uma banda secular!), Viva la Vida. Que isso! Os caras arrasaram! Eu aproveitei e consegui também os últimos cds e não consigo parar de ouvir. Qualidade, letra, instrumental… um pacote perfeito que é marca registrada em cada cd.
Nos vemos na segunda.
:)
Fringe e um novo mundo de loucuras

Assisti neste sábado ao episódio piloto da nova série do mega-ultra-plus-golden JJ Abrams, FRINGE e já te adianto: prepare-se para loucuras ao nível de LOST ou até mais!
O episódio tem uma hora e meia interrupta de duração e é meio devagar... Em alguns momentos me deu sono. Nos primeiros 30 minutos conhecemos os personagens principais, o caso do dia, depois temos uma hora de especulações (chaaaatas) e nos 30 minutos finais uma série de revelações que mostram que ninguém é o que pensamos e que há grandes corporações e coisas sobrenaturais a caminho.
O final é simplesmente chocante e nos faz sem dúvidas querer assistir ao próximo! Em geral a série tem tudo para bombar apesar do piloto nota 7. Aliás, acho que nenhuma série deve ser julgada pelo primeiro episódio, pois sempre tem aquela história de contar como tudo começou, quem é quem e blá, blá, blá.
E por último vale a pena comentar sobre a cena final, na qual a possivel vilã da série encontra um corpo chegando ao necrotério e diz:
- Há quanto tempo ele está morto?
O funcionário responde:
- Há 5 horas.
Então, ela diz:
- Interrogue-o.
Me-do total!
********
Antes de assistir FRINGE voltei oficialmente a ver ALIAS a partir da terceira temporada (onde havia parado). Uma obra prima do JJ no maior estilo Missão Impossível. Desculpem o trocadilho, mas vale a pena ver de novo!
A maior das loucuras

* com spoilers do season finale de LOST
Claire aparecendo para Kate pós-ilha? Nãããão!
Charlotte nasceu na ilha? Nãããão!
Jeremy Bentham é John Locke? Nãããão!
A maior das loucuras em LOST (até agora) foi ver Ben literalmente movendo a ilha indo parar na Tunísia (como vimos no episódio do Sayid). Cheguei ao fim do episódio, depois de uma maratona de 3 horas com o meu irmão, com aquela sensação que somente LOST sabe dar num season finale – muito medo e alívio.
O que está por vir? Acho que realmente não consigo imaginar e nem quero. Eu consegui assistir esses episódios sem ler nenhum spoiler e isso sem dúvidas fez toda a diferença.
No episódio ainda tivemos surpresas, mortes, reviravoltas e eu diria que até mesmo o início de um novo relacionamento... Que tal Sawyer e Juliet? Acho melhor você começar a se acostumar com essa idéia já que Jack e Kate estão bem longe no momento.
Outros momentos incríveis:
- Sun confrontando o seu pai e se tornando uma semi-bitch.
- Ben e Jack de frente ao caixão de... Locke.
- Jin morrendo no cargueiro enquanto Sun se desesperava.
Agora não nos resta nada a não ser esperar longos meses e conferir onde toda essa história vai dar. Meu palpite? Os flashbacks agora serão da ilha e o presente será o que nós achávamos que era o futuro.
Conseguiu entender?
Não?
Sem problemas, LOST é assim mesmo.
Nova safra de séries
Enquanto 30 Rock, Greys Anatomy, Bones, LOST e cia chegam ao season finale mais cedo graças à greve de roteiristas (damn it!), a nova safra de séries americanas começa a surgir. Olha só as minhas apostas:
Dollhouse. Há um receio profundo em mim que a série venha me causar vergonha alheia, mas como é produzida pelo grande Joss Whedon (criador de Buffy) e traz Eliza Dushku como personagem principal, realmente fica difícil não assistir. Pena que é só em janeiro (se não vazar). Haja paciência. -- Assista ao trailer.
Fringe. A única coisa que eu precisei saber para me tornar fã antes mesmo de assistir ao primeiro episódio foi - o criador é JJ Abrams. Tenho certeza que tem muito mistério, corporações sombrias e váááárias reviravoltas. E o melhor: estréia em agosto! -- Assista ao trailer.
90210. Nunca assisti Barrados no Baile, mas isso não vai me impedir de assistir a nova versão que o canal CW está produzindo. Afinal, série teen nunca é demais, né?
24 Horas. Não é uma nova série, eu sei, mas após um ano sem novos episódios, o retorno será um marco na tv. Ainda mais depois de tantos boatos dizendo que essa será a melhor temporada já feita. Salve, salve Jack Bauer! -- Assista ao trailer.
A febre da cabine

* com spoilers
Pode notar: sempre quando LOST começa a dar muitas respostas sobre o futuro dos personagens e da ilha vem um episódio para lançar ainda mais mistérios e perguntas. No final das contas continuamos empatados.
Cabin Fever, o 11º da 4ª temporada foi basicamente uma série de novos mistérios envolvendo um dos caros mais misteriosos (e que até então estava se tornando uma mala) – John Locke. O episódio mostrou sua vida desde seu nascimento até o seu walkabout na ilha e ainda revelou que a Dharma já estava atrás dele bem antes do que imaginávamos.
Alguns momentos: como assim?
- Por que o Locke foi reprovado quando criança pelo Alpert (o cara que não envelhece), mas aprovado quando era adolescente? Notaram que ele já estava destinado a fazer o walkabout na Ilha desde a infância?
- A Claire morreu? Está viva? O que foi aquela cena dela ao lado do Christian? Que me-do!
- Como assim, vamos mover a Ilha de lugar?
Depois de um episódio desses fico ainda mais ansioso pelo season finale que começa nessa quinta (nos EUA)!
Quanto pior, melhor?

Qual é a coisa mais trash da tv aberta hoje?
Ah! Essa é fácil: a novela Caminhos do Coração. Basta assistir uma cena e pronto! Você já está convencido. Mas o que acontece quando uma projeto assim faz sucesso?
Essa foi a pergunta que eu me fiz hoje pela manhã quando li no jornal que nos últimos meses a audiência cresceu 20%. O sucesso anda agradando tanto a Record que já podemos esperar para julho o spinoff Os Mutantes. Dá vontade de rir e me esconder só de pensar.
Dia desses fui parar para assistir um pouco com meus pais (sim, eles assistem todas as noites) e vi sapos gigantes, dinossauros, mulher-cobra e ainda os efeitos especiais mais mal feitos dos últimos anos. Acho que podemos até comparar esses efeitos com os usados no Chaves (mas Chaves era engraçado de propósito).
O que aconteceu com a novela que era claramente inspirada em Heroes? A resposta é que ela nunca foi e nem poderia ser. Ainda não temos o know-how para realizar projetos ousados dessa maneira. A novela ainda não consegue criar a mesma tensão e suspense que Heroes tem e por isso acaba caindo no trash.
Mesmo assim, tá dando audiência né? Fazer o quê? O povo gosta de tramas neste estilo, acha divertido e totalmente fora da (triste) realidade que enfrentamos hoje. E se depender da audiência (e paciência) do povo podemos esperar muito mais pela frente... Podemos esperar a versão brasileira da maioria dos mutantes já visto em X-Men e dos poderes criados em Heroes. Dúvida?
Escrito por Luís Fernando Xavier às 10:24
Tags: Séries, Vergonha alheia
A semana (ainda) não acabou
O feriado passou, mas a semana (ainda) não acabou!
Em primeiro lugar, quero dizer que vem por aí mais novidades na área de marketing de Igreja no blog. Tive algumas idéias, estou contatando algumas pessoas... Enfim, fique em stand by.
Em segundo lugar, assisti o retorno de LOST com o nono episódio da quarta temporada e fiquei meio que revoltado. Ao invés de um episódio bombástico, tivemos momentos desnecessários e um Locke cada vez mais mala. Mas de tudo isso uma pergunta ecoa: Cadê a Rousseau? Ah! Não posso deixar de comentar a cena tensão total (a melhor do episódio) com a morte da Alex. Realmente tudo pode acontecer.
E por último... tenha um bom fim de semana!
Nos falamos outra hora.
A série que me envergonha
Qual é a série que você tem vergonha de admitir que assiste? Aquela que você acompanha sempre, mas que quando alguém chega perto você troca e muda para LOST ou 24 Horas... Lembrou?
Então, eu acho que já sei qual é a minha série-vergonha: One Tree Hill.
Assisti às duas primeiras temporadas convicto de que era o melhor drama da tv, mas aí fizeram a terceira e a quarta (que por mim poderiam ser facilmente descartadas) e acabei desistindo, até alguns dias atrás.
Eu não sei explicar, mas as histórias melhoraram muito, as reviravoltas voltaram e os vilões estão cada vez piores (e isso só melhora a série). Assisti ontem a noite ao décimo episódio e se não fosse a hora, eu tinha assistido mais um.
A série tá parecendo mais uma novela de tanta coisa acontecendo e acho que isso é que está me fazendo querer continuar assistindo.
Enfim, se você leu este post e está pensando em começar a acompanhar eu te digo: pense bem. A série pode ser bem trash ao ponto de num momento dramático os personagens começarem a cantar e também ser tão imprevisível ao ponto do próximo episódio me fazer querer desistir (de novo).
Escrito por Luís Fernando Xavier às 15:23
Tags: Séries, Vergonha alheia