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Abertura da Conferência Vamos Salvar o Planeta

Im-per-dí-vel!

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Existe um segredo para o crescimento?

"E os que recebem a semente em boa terra são os que ouvem a palavra e a recebem, e dão fruto" (Marcos 4 : 20)

Existe um segredo para o crescimento? Uma fórmula talvez? Ou quem sabe um plano infalível?

Acredito que não.
O crescimento não se dá da noite para o dia, não acontece sem motivo. É como quando éramos crianças e plantávamos grãos de feijão no algodão e ficávamos lá, por vários minutos olhando e esperando ansiosamente o brotar da semente. Nós plantamos, regamos, deixamos no sol e então esperamos o crescimento vir.

Com o Diga ao Mundo não foi diferente. Nós criamos o projeto, oramos, organizamos, agimos e então o crescimento veio, mesmo quando nós não esperávamos por ele.

A Conferência Vamos Salvar o Planeta talvez seja a prova concreta disto. Queríamos crescer, expandir os horizontes e entendemos que precisávamos realizar algo realmente grande e que pudesse envolver a todos para que pudéssemos notar o crescimento.

Não foi fácil. Tinha dias em que a semente parecia não brotar, em que o sol estava quente demais e que parecia fazer as sementes borbulharem de calor... Mas o frescor sempre veio, como quando regamos uma semente. Nos momentos mais difíceis, quando parecia que o dinheiro não ia dar ou quando não encontrávamos uma equipe para ministrar, o Senhor sempre nos acalmava e nos direcionava para a sombra.

Ele é quem cuida de nós. É Ele quem traz o crescimento. Se existe um segredo?
Acredito que não. Uns plantam, outros regam e outros colhem.
Mas o crescimento é Ele quem traz.

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Como aproveitar o buzz na sua Igreja

Antes de começarmos, uma definição de buzz marketing:

Conforme Arthur D. Little, "trata-se de uma das novas estratégias de marketing que encoraja indivíduos da sociedade a repassar uma mensagem de marketing para outros, criando potencial para o crescimento exponencial tanto na exposição como na influência da mensagem. Como os vírus reais, tais estratégias aproveitam o fenômeno da rápida multiplicação para levar uma mensagem a milhares e até milhões de pessoas”.

Resumindo...
O buzz marketing aproveita toda a falação em volta de um assunto para se multiplicar.

Um exemplo ultra-mega-hiper-plus bacana é a série de sermões que a LifeChurch criou pegando carona na popularidade do retorno do Indiana Jones. Eles simplesmente recriaram vários cenários inspirados no filme na própria Igreja com direito a trailers e vários outros apetrechos que você confere aqui.


Entrada da Igreja

O resultado? Uma campanha forte que invade não só a Igreja física como a sua extensão pela internet tornando a série de sermões conhecida por todos e ainda atraindo a atenção de muitos outros graças às referências à fama do Sr. Jones.

No Brasil talvez seria pecado.
Não duvido. Muitas Igrejas ainda são fechadas no que diz respeito a pegar carona na mídia secular para promover eventos da própria Igreja, mas isso já é normal em muitos outros países.

É uma ótima estratégia que ajuda a tornar a imagem da Igreja (que geralmente é associada a tudo que é o oposto da mídia) em algo moderno e mutável. O apóstolo Paulo era assim. Ele sabia moldar a sua mensagem aos vários tipos de pessoas de forma que pudesse alcançar a muitos.

Em geral gosto de aproveitar o buzz nos meus trabalhos. De cara, quando alguém vê uma campanha baseada em um filme por exemplo começa a comentar com outras pessoas gerando um boca-boca muito positivo.

Mas tudo tem um lado negativo.
É preciso saber bem no que está buscando a sua inspiração. Em 2004, realizamos o Congresso Os Intocáveis pegando carona no filme Os Incríveis e utilizamos a logo deles em nossas camisas e cartazes. Resultado: tivemos que recolher tudo e refazer todas as artes para tirar a “logo demoníaca” da Disney que vários irmãos insistiram em pedir.

Um exemplo positivo.
Na minha Igreja aproveitei o tema Indiana para criar a arte da Festa da Arca. Eu quis fugir ao máximo de tudo que pudesse remeter às crianças, já que é uma balada para jovens e adolescentes... No fim, parece que deu certo.

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A diferença entre fazer por amor e por obrigação


É a nossa primeira Conferência.
Nosso primeiro grande evento.

Estamos trazendo cerca de 20 missionários da JOCUM.

Estamos fazendo uma divulgação em toda a cidade.


Quem está por trás disto? O Projeto Diga ao Mundo, com apenas 14 meses de existência...

... e essa é a semana da Conferência Vamos Salvar o Planeta, que também é a semana mais agitada do ano (sem dúvidas). Problemas de última hora, reuniões, mínimos detalhes, reuniões, ensaios, reuniões... Tudo para que este fim de semana seja um marco na história do Projeto, mas e aí? O que acontece depois?

Ainda não consegui projetar minha vida (estou exagerando um pouco) para depois do fim de semana. Tenho me dedicado ao máximo nos últimos meses cuidando de cada detalhe desde a programação à divulgação e confesso: não foi fácil. Em alguns momentos precisei ter mais fé do que tenho de costume, mas tudo isso foi essencial para a minha liderança e para o meu caráter.

Nesses dias de tanto planejamento aprendi a delegar tarefas (NÃO tem como fazer tudo sozinho), lidar com pessoas, exigir delas, resolver problemas, levar soluções... Tanta coisa que mesmo com toda essa pressão que está sobre nós posso dizer que estou tranqüilo. Nada disso é um fardo pra mim, um peso, mas alegria e satisfação.

Essa é a diferença entre fazer algo por obrigação e fazer algo por amor.
Poderia imaginar mil e um motivos para estar cansado e abatido, mas só consigo pensar no bem que tudo isso me fez.

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Aderi ao movimento "Odeio festa de crente"

Ok. Cheguei à minha cota, ao meu limite.
Vai ter festa de crente? Vou pensar duas vezes antes de ir.

É sempre a mesma coisa: os convidados (e vários penetras) chegam à festa para abençoar a irmãzinha (e por abençoar entenda comer muito) e aí acontece o louvor com a tradicional música – Por tudo o que tens feito... Por tudo que vais fazer... Te agradeço meu Senhoooooor...

O cronograma geralmente não muda e tem sempre o momento “Vou deixar um versículo para você meditar”. Pra você ter idéia, nas festas mais recentes que fui a festa mais parecia um culto com tudo o que tem direito (às vezes até apelo). Em algumas, o momento da palavra e oração durou quase uma hora!

O que aconteceu com aquelas festas onde havia diversão, bate papo, música boa... Tudo bem descontraído? Não é porque é festa de crente que tem que ser tão igrejês. Poxa, vamos nos divertir, rir, dançar e separar um tempo para orar junto de uma forma que não faça ninguém dormir.

Junte-se a causa!